Não sou o
maior adepto de textos que falem de amor, nem de qualquer coisa das
complexidades de relacionamento ou comportamento afetivo do ser humano. Isso é
algo muito complicado e, com certeza, morreremos tentando explicar e nunca
chegaremos a uma conclusão. Não sou fã, também, desses escritores que tentam
fazer isso. Incrível como a maioria deles não vive o conto de fadas que
escrevem e estão longe de tal. É como pedir para que um açougueiro descreva,
como ação do seu trabalho, a teoria da relatividade. Eu posso não saber fazer,
mas vou me meter a tentar, mesmo que eu não saiba. Às vezes isso é positivo?
Sim! Mas em certas coisas, não acho tão benéfico!
Mas a minha
intenção nesse post não é debater quem fala de amor, relacionamento ou qualquer
outro aspecto. Nesse momento, amoleço meu coração de ogro pra poder dar uma
analisada nos fatores que podem fazer que valorizemos mais as pessoas que estão
conosco, amorosamente falando mesmo. A causa é nobre e merece!
Definitivamente,
é muito fácil estar com uma pessoa nos momentos bons, de “vacas gordas”. Sorrisos,
alegrias, luxo e confiança. Eis a parte boa da vida e devemos aproveitá-la ao
máximo, pois não sabemos quando isso pode mudar. Quando o “bicho pega” e as
coisas tão belas da vida passam a ser um pouco menos frequentes é a hora em que
vemos quem realmente está com a gente.
Na hora da
dificuldade, quem realmente gosta de você, sabe valorizar um sorriso e uma
piada ruim como elementos para olhar pra frente e ver que tudo não passa de um
momento. Ninguém gosta de negar um convite pra um sorvete porque não tem
dinheiro e ninguém deseja que alguém saia cobrindo essa necessidade, mas apenas
que respeite e, com um sorriso, possa passar tranquilidade e transferir a
satisfação de ficar em casa vendo nada por causa dessa temporária situação.
Gostar
significa crescer juntos. A alegria pelo crescimento do outro, por menor que
seja. Na verdade, não existe conquista pequena. Todo esforço é grande e merece
comemoração. Juntos, construímos por um ideal maior muito mais rápido e
divertido.
Não utilizei o
termo “amar”. Prefiro o “gostar”. “Gostar” é ainda maior que o “amar”. “Gostar”
é quando a gente não consegue definir o que rola dentro da gente (não é
fome,ok?), Quando a gente sente uma mistura de sentimentos, mas não tem certeza
do que é. “É amor!”, dirão os que fazem parte do sindicato do cupido. Definam
amor. Isso nada mais é do que um gostar evoluído que se iniciou com desse modo,
gostando.
Estou falando
coisas que me complicam cada vez mais ao explicar? Sim! Não sou expert nisso e,
mesmo se fosse, a vida tem como especialidade a capacidade de não ser
explicada. Todo dia, algo novo acontece e faz desconstruir tudo que pensamos
anteriormente. Me arrisco hoje porque a causa é nobre. Demonstrar o “gostar”, o
“amar” ou qualquer outro sentimento, sempre será uma causa nobre.
“Cuide bem do
seu amor...seja quem for...”

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